From zero to where?

in Loving HIVE ❤yesterday (edited)

This publication was also writen in SPANISH and PORTUGUESE.

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Pixabay

From time to time, I always like to reassess my journey here, because Hive has become an ecosystem that is already part of my daily life. Therefore, I like to know what is or isn't working on the path I've been taking in recent years. Over the course of a little more than eight years (even before Hive existed), I began my adventure in this universe of online content production and publication, and since then, I have been increasingly immersed not only in this idea, but in many of the other concepts that Hive has been bringing since its inception.

This has become a much larger project, one that still doesn't have a defined scope or magnitude (and I think it never will, to be even more honest... because there's always something new being developed somewhere that already transcends the supposed "limits" of the project itself). When I remember that I started from scratch, without even fully understanding what I was exactly beginning to dedicate myself to, I had no idea how far I could go. This feeling of pleasure in the "unknown" (but which involves the art of writing) has always captivated me from the beginning.

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Fearless Motivation

Financially speaking, I remember an old Hive slogan that went something like "join for the money, but choose to stay for the community", and I think that message is certainly relevant even today. Money has a strong appeal here (and no one can deny that fact), but when you truly understand the value of collectivity (which is the result of diverse work), you realize how revolutionary this disruptive project becomes. Being part of it without ever having to pay anything at all is even more powerful.

Going a little further, achieving everything I've already achieved without making any kind of financial investment from my own pockets (although I've considered this idea countless times) is something even more brutal (mentally speaking in the long term), because it gives me a sense of belonging and certainty about what I do when I decide to commit to this project at increasingly higher levels. I challenge myself every day, I always strive to do my best, and my limit is always breaking the next barrier, to help myself more and to help the ecosystem.


¿De cero a dónde?

De vez en cuando, siempre me gusta reevaluar mi trayectoria, porque Hive se ha convertido en un ecosistema que ya forma parte de mi día a día. Por eso, me gusta saber qué funciona y qué no en el camino que he recorrido en los últimos años. A lo largo de poco más de ocho años (incluso antes de que Hive existiera), comencé mi aventura en este universo de producción y publicación de contenido online, y desde entonces, me he sumergido cada vez más no solo en esta idea, sino también en muchos otros conceptos que Hive ha aportado desde sus inicios.

Este se ha convertido en un proyecto mucho más grande, uno que aún no tiene un alcance ni una magnitud definidos (y creo que nunca los tendrá, para ser sincero... porque siempre hay algo nuevo desarrollándose en algún lugar que ya trasciende los supuestos "límites" del proyecto en sí). Cuando recuerdo que empecé desde cero, sin siquiera entender del todo a qué me dedicaba exactamente, no tenía ni idea de hasta dónde podría llegar. Esta sensación de placer por lo "desconocido" (pero que implica el arte de escribir) siempre me ha cautivado desde el principio.

En términos financieros, recuerdo un viejo eslogan de Hive que decía algo así como "únete por el dinero, pero elige quedarte por la comunidad", y creo que ese mensaje sigue siendo relevante hoy en día. El dinero tiene un gran atractivo aquí (y nadie puede negarlo), pero cuando realmente comprendes el valor de la colectividad (que es el resultado del trabajo diverso), te das cuenta de lo revolucionario que se vuelve este proyecto disruptivo. Ser parte de él sin tener que pagar nada es aún más poderoso.

Ir un poco más allá, lograr todo lo que ya he logrado sin invertir dinero (aunque lo he considerado innumerables veces) es algo aún más brutal (mentalmente hablando, a largo plazo), porque me da un sentido de pertenencia y seguridad en lo que hago cuando decido comprometerme con este proyecto a niveles cada vez más altos. Me reto a mí mismo cada día, siempre me esfuerzo por dar lo mejor de mí, y mi límite siempre es superar la siguiente barrera, para ayudarme más a mí mismo y al ecosistema.


Do zero até aonde?

De tempos em tempos, eu sempre costumo reavaliar minha jornada por aqui, porque a Hive se tornou um ecossistema que já faz parte do meu dia-a-dia. Sendo assim, eu gosto de saber o que está ou não funcionando no caminho que nos anos mais recentes eu tenho percorrido. Ao longo de pouco mais de oito anos (antes mesmo da Hive existir), eu iniciei a minha aventura nesse universo de produção e publicação de conteúdos on-line, e de lá para cá, venho mergulhando cada vez mais não apenas nesta ideia, mas em muitos dos outros conceitos que a Hive vem trazendo desde o seu início.

Isso se tornou um projeto muito maior, e que ainda não tem uma amplitude ou magnitude definida (e acho que nunca terá, para ser ainda mais honesto... porque sempre tem alguma coisa nova sendo desenvolvida em algum lugar que já transcende os supostos “limites” do projeto em si). Quando eu lembro que eu comecei do zero, sem sequer entender muito bem ao que eu estava exatamente começando a me dedicar, eu não fazia ideia do quão longe eu poderia chegar. Essa sensação de prazer pelo “desconhecido” (mas que envolve a arte da escrita), sempre me cativou desde o começo.

Financeiramente falando, eu lembro que um antigo slogan da Hive era algo do tipo “entre pelo dinheiro, mas decida ficar pela comunidade”, e acho que essa mensagem com certeza é relevante até os dias mais recentes. O dinheiro tem um forte aspecto atrativo aqui (e não adianta ninguém querer negar esse fato), mas quando você realmente consegue perceber o valor da coletividade (que é o resultado de um trabalho plural), você se dá conta do quão revolucionário se torna esse projeto disruptivo. Fazer parte dele sem ter que nunca ter pago absolutamente nada é algo ainda mais forte.

Indo um pouco mais além, conseguir tudo o que eu já consegui sem fazer nenhum tipo de investimento financeiro dos meus próprios bolsos (apesar de eu já ter pensado nessa ideia inúmeras vezes) é algo mais brutal (mentalmente falando dentro de um longo prazo), porque isso me traz um sentimento de pertencimento e de certeza sobre o que eu faço ao decidir me comprometer com esse projeto em níveis cada vez mais altos. Eu me desafio todos os dias, sempre procuro fazer o meu melhor e o meu limite é sempre quebrar a próxima barreira, para me ajudar mais e ajudar ao ecossistema.

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